Bonito

Bonito é um município brasileiro da região Centro-Oeste, situado no estado de Mato Grosso do Sul. Pólo do ecoturismo em nível mundial, suas principais atrações são as paisagens naturais, os mergulhos emrios de águas transparentes, cachoeirasgrutascavernas e dolinas. Juntamente com JardimGuia Lopes da Laguna e Bodoquena, é o principal município que integra o complexo turístico do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, apresentando grande potencial turístico.

Com o objetivo de incrementar o ecoturismo o Programa de Desenvolvimento do Turismo, recentemente houve investimentos de mais de R$ 130 milhões em obras e programas de saneamento, pavimentação e incentivo ao ecoturismo na região da Serra da Bodoquena.

O núcleo habitacional que se transformaria na sede do Município de Bonito, iniciou-se em terras da Fazenda Rincão Bonito, que possuía uma área de 10 léguas e meia e foi adquirida do Sr. Euzébio pelo Capitão Luiz da Costa Leite Falcão, que aí se aportara em 1869, e é considerado o desbravador de Bonito, tendo sido também seu primeiro escrivão e tabelião. A Lei Estadual nº 693, de 11 de novembro de 1915, cria inicialmente o Distrito de Paz de Bonito, com área desmembrada do Município de Miranda e a este subordinado administrativamente.

Após ser fundada houve a criação do território Federal de Ponta Porã, pelo Decreto-Lei nº 5.839, de 21 de setembro de 1943, é lhe anexado como Distrito de Paz de Miranda. Por força do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal, é reintegrado ao estado de Mato Grosso, na mesma situação de Distrito pertencente ao Município de Miranda. Finalmente a Lei Estadual nº 145, de 2 de outubro de 1948, eleva-o a categoria de Município, tendo por sede a cidade de Bonito, constituindo termo judiciário da Comarca de Aquidauana, com um único Distrito, o da sede municipal, situação mantida pelo Decreto nº 1.738, de 30 de dezembro de 1953, que fixou o quadro territorial administrativo-judiciário do Estado, para vigorar no quinquênio 1954-1958.

Em 1977 o município passa a fazer parte do atual estado de Mato Grosso do Sul.

Monte Kilimanjaro

O monte Kilimanjaro ou monte Quilimanjaro, localizado na Tazmânia,junto á fronteira de Quénia,o ponto mais alto da Africa.Este antigo vulcâo com o topo coberto de neve, ergue-se no meio de uma planície de savana, oferecendo um espectáculo único.O monte e as florestas circundantes, com uma área de 75 353 hectares, possuem uma fauna rica, incluindo muitas espécies ameaçadas de extinção e constituem um parque nacional.

História

Antes do século XIX, algumas raras crônicas, como a do geógrafo egípcio Ptolomeu, mencionaram a existência de uma montanha branca no coração da África. Em 1845, o geógrafo britânico William Cooley, certo da sua existência, afirma que a montanha mais conhecida da África oriental é recoberta de rochas vermelhas.

Em maio de 1848, o missionário Joseph Rebmann explora a região Chagga e acaba por se aproximar da montanha: "Ali pelas 10 horas, vi alguma coisa branca no topo de uma montanha, e acreditei que se tratasse de nuvens, mas meu guia me disse que era o frio; então, reconheci com satisfação esta velha companheira dos europeus, que chamamos neve". Sua descoberta, divulgada em abril de 1849 no Church Missionary Intelligencer, é contestada em Londres[4] .

Foi somente em 1861 que uma expedição, dirigida pelo barão alemão Klaus von der Decken e pelo botânico inglês Richard Thornton, permitiu constatar que se tratava realmente de um pico com neves eternas.

Em 1883, o inglês Joseph Thomson, seguido do conde Teleki, atacam o pico, mas não passam dos 5 300 m. Após dois fracassos, Hans Meyer, em 6 de outubro de 1889, consegue alcançar o topo do Kilimanjaro, acompanhado de seu amigo Ludwig Purtscheller e do guia chagga Lauwo[4] . Este teria morrido com 127 anos em 1997, mas talvez essa história seja apenas uma lenda, como a história da presença de um cadáver congelado de leopardo, encontrado a 5 500 m.

Flora

Malindi, Quênia, 23 m; 3°14'S 40°06'E, temperatura média anual 26,5 °C ; 750 - 1 000 m. Culturas: café (Coffea arabica), banana (Musa spp.), manga (Mangifera indica), abacate (Persea americana).

Floresta subtropical úmida, entre 1 400 m até 3 000 m, máx. 3300 m; líquen de barba - Usnea; linha das árvores, 2 700 - 3 000 m, máx. 3 500 m; lobélias-gigantes, até ca. 4 000 m; florestas subalpinas de éricas até 4 100 m; senécias-gigantes até 4 500 m; vulcão Kibo - pico Uhuru, 5 891,8 m com gelo.

Florestas montanhosas de Ocotea são presentes no lado sul, úmido. Ocotea usambarensis pode crescer até 45 m (150 pés). Florestas de cassipourea e juniperus (Juniperus procera) são presentes no lado norte, seco.

A sua geografia

Por se encontrar na margem oriental do sul da África, o monte Kilimanjaro, que mostra ter tido grande actividade vulcânica no Pleistoceno, não se encontra totalmente isolado na planície africana, mas está acompanhado por três outros cones vulcânicos, orientados num eixo este-sudoeste: o mais antigo, Shira, a oeste, com uma altitude de 4 500 m, Mawenzi a leste, com uma altitude de 5 149 m e, entre eles, Kibo, que é o mais recente e mostra ainda sinais de actividade, na forma de fumarolas. Entre o Kibo e o Mawenzi há uma plataforma com cerca de 3 600 hectares.

O Kilimanjaro atual

O Kilimanjaro é protegido por um parque designado Parque Nacional do Kilimanjaro, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade.

O degelo das geleiras (glaciares) no topo do Kilimanjaro é uma realidade. Estimadas em cerca 12 km² de extensão em 1900, recobrem hoje somente 2 km² (ou seja, o monte perdeu 80% de sua neve), e neste ritmo irão desaparecer em 2020. O aquecimento geral da Terra explica este fenômeno, embora outros elementos possam ter influência..

O documento 'Case Studies on Climate Change and World Heritage' publicado pela UNESCO em Junho de 2007, estabelece a relação entre aquecimento global e desaparecimento dos glaciares do topo do Kilimanjaro. A esse propósito existe também o livro de viagens de aventura, do escritor/aventureiro José Maria Abecasis Soares, intitulado 'Horizontes em Branco', publicado pela Editorial Presença em Novembro de 2010.

A ascensão é tecnicamente fácil, mas longa e penosa pelo frio e pela altitude. A via mais frequentada é a via Marangu. As outras vias praticadas são as vias Machame, Mweka e Shira. Aproximadamente 20000 pessoas tentam todos os anos alcançar o topo. Este número é controlado pelas autoridades da Tanzânia.

Um dos mais belos contos de Ernest Hemingway - talvez seu mais belo texto - chama-se As neves do Kilimanjaro. Há um trecho antológico:

Era o topo do Kilimanjaro. Compreendeu, então, que era para lá que se dirigiam
— Ernest Hemingway, em As neves do Kilimanjaro.

Como curiosidade, o Kilimanjaro é o ponto mais alto da Terra a ter cobertura GSM para telefones celulares (telemóveis) .

A altura do Kilimanjaro

Em setembro de 2008, uma equipa liderada pelo português Rui Fernandes, investigador do Centro de Geofísica da Universidade de Lisboa e professor na Universidade da Beira Interior (UBI) mediu com a maior precisão de sempre a altura do ponto mais alto da montanha com recurso a GPS. O resultado de 5 891,8 m apresenta uma precisão de centímetros

A Ilha de Malta

Só Igreja Católica

Essa é uma questão curiosa sobre a Ilha, pois o país, apesar de ser totalmente católico e dispor de 365 igrejas (ou seja, dá para visitar 1 igreja por dia durante o ano todo), recebe muitas pessoas, e principalmente moradores expatriados, que não são católicas e mesmo assim querem conhecer ou frequentar as suas religiões próprias. E aí? Malta tem a mente aberta?

Sim, a Ilhota, embora seja pequena de tamanho, é grande e generosa nesse lado eclético de ser e permite todas as religiões no país. Na ilha encontramos desde igrejas evangélicas à templos budistas ou muçulmanos e de todas as religiões, respeitando, cor, credo e classe social.

Clima

Podemos dizer que Malta tem apens 84 dias de chuva e 2.950 horas de sol nos 12 meses do ano, porém, temos as quatros estações. No verão é bem quente e existem alguns anos que as temperaturas ultrapassam os 30 graus (com a sensação térmica de 40 graus, por causa da humidade do ar).

O inverno de Malta não é tão rigoroso como em outros países da Europa, mas, nos últimos anos, tivemos diversas geadas de frio na Ilha, tanto que em 2014 as temperaturas bateram os zero graus e o inverno atípico foi bem longo. Então, hoje em dia não podemos prever tanto a natureza, até mesmo os meteorologistas estão errando, o que podemos apenas ressaltar é que, em todas as estações do ano, o sol sempre aparece. Mas, se você estiver na Ilha fora do verão, carregue sempre um casaco, pois venta bastante e à noite a temperatura diminui drasticamente.

Pastizzi

Por incrível que pareça, muitas pessoas acham que a comida tradicional de Malta são apenas pastizzi (que são uma espécie de refeições rápidas que podemos encontrar em todos as ruas do país, a que alguns até chamam deComida de Rua Maltesa), mas, podemos garantir que essa não é a principal atração da culinária maltesa.

Os malteses comem diversos pratos exóticos, que são atrações entre os turistas e moradores expatriados. Os pratos típicos são desde carne de coelho, carne de cavalo (que são receitas sicialianas), estufado de polvo (aliás, existem diversos pratos com frutos do mar), muita pesca local (além de peixe frito e cozido, as sopas da cabeça do peixe e a sopa Minestra, que é bem popular na Ilha), estufado de porco com bacon (que são todos criados nas fazendas locais do país) e os diversos aperitivos, que são desde oMaltese Platter até os pães malteses, como o Ftira Bread e o Hobz.

Idioma maltês

Certamente essa é a maior dúvida que todos os turistas ou futuros intercambistas têm com relação ao idioma local de Malta. Bom, primeiramente vamos esclarecer que o idioma nacional do país é o maltês, porém são classificados como os idiomas oficiais tanto o maltês quanto o inglês. A língua inglesa, na verdade, é atualmente a mais falada na Ilha, devido a quantidade de expatriados à passeio ou residentes no país.

Embora essa união dos idiomas tenha ganhado espaço na Ilha, Malta tem uma porcentagem de 90% de moradores nacionais (malteses) e apenas 10% de expatriados (entre eles ingleses e outras nacionalidades), então, o idioma que prevalece e que acabamos ouvindo na Ilha é mais o maltês. Por isso, sempre recomendamos para os intercambistas que se dediquem ao máximo aos estudos, pois a escola é o única lugar no qual podemos vivenciar o inglês 100% do tempo na Ilhota.

Costume maltês

Muitos se enganam achando que os malteses não têm identidade própria e são totalmente influenciados pelos italianos (uma vez que Malta fica ao lado de Sicília, no sul da Itália) ou pelo ingleses, pois Malta já foi uma colônia britânica.

Mas, ao contrário, o povo maltês é super original, pois além de carregar uma história milenar, é rico em cultura, tradições e possui hábitos bem peculiares, tais como: festas para homenagear os Santos perante as igrejas católicas do país (nas paróquias podemos participar desde quermesses até procissões); a culinária maltesa específica para cada época do ano (existem pratos típicos feitos apenas em datas comemorativas); celebrações nas entradas das estações do ano (como os diversos festivais de primavera e verão); manufatura de seus artesanatos (pois Malta é um dos países da Europa mais famosos pela quantidade e diversidade de souvenirs para oferecer de presente) e, por fim, sua dança folclórica – The Maltese Folklore Dance, que, além de ser divertidíssima, faz parte das raízes dessa nação.

A origem do termo "Malta" é incerta, e a variação moderna deriva do próprio maltês. A razão etimológica mais comum deriva da palavra grega μέλι (meli). Os gregos chamavam a de ilha Μελίτη (Melitē), que significa "mel doce", possivelmente devido à produção exclusiva de mel em Malta, por uma espécie endêmica de abelha que vive na ilha, dando-lhe o apelido popular de "terra de mel".[11] Os romanos passaram a chamar a ilha Melita. Outra etimologia é que a palavra venha do fenício Maleth, que significa "paraíso",[12] em referência a muitas baías enseadas em Malta.

Atenciosamente

Pedro Gabriel